O Ensino Médio do Monteiro Lobato é o espaço destinado ao aluno questionador, àquele que não se enquadra na linha de montagem. Entendemos que liberdade é aprender e questionar, respeitar espaços, culturas e diferenças. Entendemos que o aluno quer compreender e não decorar, entendemos que o pai quer seu filho crítico e com iniciativa. Sabemos que as pessoas são diferentes e respeitamos estas diferenças. Também sabemos que o Monteiro Lobato entende o pai e o aluno, e busca ser o espaço de crescimento e entendimento não apenas das lições de aulas, mas da vida. 



 

A Sociedade Educacional Monteiro Lobato tem como proposta desenvolver competências através do comprometimento, do conhecimento, da humanização e da liberdade, visando à construção de cidadãos realizados e socialmente responsáveis. Ela contempla a formação Integral do estudante.

O Ensino Médio funciona em regime anual, sendo composto por 1ª, 2ª e 3ª séries, organizadas em três trimestres cada. A média para aprovação é de 6,0 e a frequência obrigatória é de 75%.

As aulas acontecem de 2ª a 6ª, no turno da manhã, das 8h30min as 13h00min. Para alunos com até quatro reprovações, há a possibilidade de Estudos de Progressão que acontecem no período da tarde, de março a julho. A progressão também se aplica a alunos com reprovação na última série do Ensino Fundamental. Portanto, o aluno cursa até 3 disciplinas reprovadas no 9º ano, no turno da tarde, e cursa o 1º ano do ensino médio pela manhã.

Os estudos de recuperação acontecem ao término de cada trimestre para aqueles que não atingirem a média durante a avaliação trimestral.

O aprendizado ocorre dentro e fora da sala de aula, através de saídas pedagógicas, projetos e atividades de integração.

As famílias são bem-vindas e fundamentais no processo de crescimento do aluno. 



 

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1ª Série

Arte
Biologia
Educação Física
Filosofia
Física
Geografia
História
Inglês
Literatura
Matemática
Português
Química
Sociologia

 

2ª Série

Biologia
Educação Física
Filosofia
Física
Geografia
História
Inglês
Literatura
Matemática
Português
Química
Sociologia

 

3ª Série

Biologia
Educação Física
Espanhol
Filosofia
Física
Geografia
História
Inglês
Literatura
Matemática
Português
Química
Sociologia



 

Aqui você é bem-vindo. Você que tem o cabelo comprido ou curto, cacheado ou com chapinha, colorido ou com luzes, com suas roupas sociais ou esportivas.

 

Aqui você faz parte. Aqui você tem liberdade de pensar e ter opinião. Aqui não defendemos a igualdade, igualdade é ser igual aos outros e o nosso aluno não é igual. Nosso aluno é único. Aqui defendemos a diferença, o direito de ser quem se é e de se entender os resultados de nossas escolhas. Aqui diariamente fazemos um manifesto de respeito ao nosso aluno, a sua família e aos seus sonhos.

 

Cada professor e cada aluno do Ensino Médio do Monteiro Lobato é uma parte importante no todo cultural de nossa escola, onde o respeito e a responsabilidade são as competências mais importantes, e onde o conhecimento é construído e não depositado sobre o estudante.



O Monteiro Lobato acredita que a aprendizagem é algo global, que precisa ser multidisciplinar e baseado em relações com a  vida diária do aluno. Sendo assim, contamos com uma série de projetos que tiram a disciplina de uma função estanque e ajudam o estudante a entender como uma matéria está ligada a outra e ambas estão ligadas à "vida real".

 

Conheça alguns de nosso projetos!

 

Projeto de Produção Científica no Ensino Médio

Conheça o projeto

 



Por vezes nos deparamos com situações do cotidiano para as quais não nos sentimos preparados: entrevistas de emprego, preenchimento de documentos, submissão de pedidos formais, reclamações, etc. Entretanto, os conteúdos de sala de aula estão sempre diretamente relacionados às tarefas do dia a dia, só não percebemos logo de cara: há matemática no cálculo dos impostos, há química na nossa alimentação, há biologia no cuidado com o corpo, português para uma boa comunicação, artes para o desenvolvimento de um olhar crítico e assim por diante.

 

Os exemplos mencionados, entretanto, dizem respeito às relações diretas das disciplinas com nossa própria produção intelectual. Porém, mesmo nas coisas pelas quais não somos diretamente agentes do processo, esses componentes estão presentes. Isso se dá pelo fato de tudo que conhecemos - das tecnologias mais simples às mais modernas - utilizar, como base para sua criação, conceitos e procedimentos que aprendemos na escola. Não haveria aplicativos de transporte individual, como Uber e 99, se não fossem as coordenadas geográficas, os cálculos de distância, tempo e valor de corrida e a linguagem criada para compor os algorítimos que estabelecem uma comunicação entre os códigos complicadíssimos e a interface visualizada pelo usuário (sem falar que a estética do aplicativo, componente artístico, interfere diretamente na nossa experiência enquanto usuários do serviço); não teríamos serviços de streaming, como Netflix e Amazon Prime, se não através de redes cada vez mais velozes de comunicação com tecnologias como a da fibra ótica, para as quais aplicam-se princípios da física - velocidade da luz, ângulo e comprimento dos cabos com relação às perdas de alcance, entre outros inúmeros componentes - para que operem, hoje, no início da segunda década do Século XXI, como as conhecemos.

 

Sem contar, para esse grupo de serviços e bens, os avanços em áreas como a medicina, a nanotecnologia, as vacinas, medicamentos e diversas outras invenções que ainda estão por vir, todas elas possuindo, em comum, um único trajeto: os componentes curriculares que vemos na nossa formação escolar. São eles que nos preparam para conhecermos um pouco de tudo sobre o mundo, sobre as perguntas que inquietam a todos, sobre aprender a apreciar a beleza e analisar as concepções de belo, estabelecer relações críticas, nos comunicarmos como o próximo, nos situarmos no tempo e no espaço, aprendermos com os acertos dos que vieram antes de nós e reconhecermos seus erros para não repeti-los.

 

As artes, a matemática, a filosofia, as linguagens, a física, a química são componentes importantíssimos para construirmos nossa formação como indivíduos e fazermos conexões entre nossos conhecimentos e o conhecimento que o mundo espera de nós. O simples (mas incrível) ato de aprender algo, por si só, é uma forma de expandirmos nossos horizontes, ampliarmos nossa capacidade cognitiva e nosso raciocínio lógico. Há, pensando nessa concepção, um universo de possibilidades ainda a serem descobertas e oportunidades àqueles que perguntam e não se contentam. O conhecimento não é dado, é construído - e continuamente. Por isso, é muito importante que estejamos sempre atentos - alunos e professores - ao que ocorre ao nosso redor, também propondo novas ideias e relações, principalmente dentro de sala de aula. Façamos sempre mais e mais perguntas à medida que evoluirmos.

 

 

      Professor Carlos Ossanes - Doutorando em Estudos Literários Aplicados pela   Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS/BR). Professor pela Sociedade   Educacional Monteiro Lobato (Porto Alegre, RS). Mestre em Estudos da Literatura (Teoria,   Crítica e Comparatismo) também pela UFRGS. Autor publicado e entusiasta educacional     e  tecnológico